Segunda-feira oito e meia da manhã... levantei, tomei meu café e logo em seguida o primo acordou. Conversamos um pouco e ele me chamou pra sair com ele, ir até a casa de um amigo. Claro que eu aceitei, o que eu menos queria era ficar em casa sem ter o que fazer. Ele já havia preparado a programação do dia, pela manhã íamos na casa de dois amigos, depois íamos almoçar e após o almoço seguiríamos rumo a cachoeira do Mirante.
Pegamos o rumo e fomos pra casa do Juninho que não estava, depois fomos até a casa de um outro que não me recordo o nome e que por sinal também não estava. Fomos então para o restaurante almoçar, o primo é uma ótima companhia, não que a prima não seja, ela é ótima e as conversas são menos restritas, mas ele me faz rir o tempo inteiro e fala bem devagar, é uma belezinha o jeito dele falar.
O passeio da tarde acabou por não dar certo, ele havia feito a inscrição para um curso e ligaram avisando que a palestra sobre o curso seria na parte da tarde. Ele todo sem jeito pediu desculpas, pediu que eu não ficasse brava. Fazer o que né, era a carreira dele ou eu... me sentiria péssima se algo desse errado pra ele!
Na parte da tarde assisti pela 4561789087 vez o filme: Como se fosse a primeira vez, e eu chorei como se eu tivesse assistido pela primeira vez. Ele chegou quando já começava a novela e me carregou pra avenida principal. Tomamos açaí e conversamos um pouco, depois, passamos lá no bordado, ele me deixou lá e foi embora.
Fui pra casa com a prima e os tios, jantamos e saí com a prima novamente. Ficamos pouco porque nada fica aberto até muito tarde, principalmente em plena segunda-feira.
Na terça assim que acordei, o primo já me intimou pra irmos pra cachoeira. Nem titubeei, fui logo colocar o traje de banho e passar o protetor solar. Era o dia da partida, até pensei que era melhor não ir, mas a vontade venceu.
Imaginem que até me aventurei a andar de moto com o Fábio. Nossa, foi MARAVILHOSO!!! Andei na estrada de braços abertos, sentindo a brisa no rosto e nos cabelos... foi uma das melhores sensações da minha vida.
Lá na cachoeira acabei por torcer o pé pela 13561372 vez... (Pensamento: "Isso de torcer o pé já virou rotina!") ele quis voltar, mas o sangue tava quente, dava pra aguentar. Ficamos pouco lá, ele tinha que voltar cedo pra levar a Flá em São José do Rio Pardo. E quase não deu tempo, almoçamos e seguimos pra São José.
Enquanto ela foi pro compromisso dela, ele e eu ficamos andando pela cidade. Conhecemos tudo em dez minutos... em cidade pequena, quando se conhece a igreja que fica na praça da avenida principal, se conhece tudo!
Quando chegamos em casa, meu pé estava completamente inchado. Tive que esquecer a dor e me arrumar com urgência pra não pegar o ônibus muito tarde. A passagem foi emitida as 16h35 para o ônibus das 18h50, não tinha nada para antes disso, a rodoviária estava lotada. Fomos visitar dois casais amigos dos tios nesse meio tempo e cheguei na rodoviária faltando 7 minutos pro ônibus partir.
A volta foi tranquila, dormi quase todo o trajeto. Nunca fui pra tantos lugares em uma só viagem e não me esquecerei tão logo de todos os momentos maravilhosos que passei naquela cidadezinha pacata do interior.
Passagem = R$ 76 - Gastos fora do orçamento = R$ 200 - Matar a saudade da família = R$ NÃO TEM PREÇO!!!

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