Semana passada eu viajei e estava disposta a contar aqui detalhes de uma viagem super agitada. Não houve postagem porque o computador estava com problemas e eu pra variar deixei o lap top em casa. (Pensamento: “Sempre deixo em casa o acessório que mais faz falta!”). O motivo por não falar nada sobre a viagem, é que ontem, ao sair com algumas amigas, começamos a conversar sobre romantismo, pessoas certas, e outras coisas.
Descobri que me julgam uma destruidora de corações, quase uma monstra apenas pelo meu jeito de falar sobre a vida. Descobri que elas nunca pensaram que eu sou uma pessoa romântica e que não sei agir com romantismo, como já expliquei tantas vezes.
Fato é que eu comecei a analisar minhas atitudes e percebi que meu pensamento mais feminino e romântico ainda é um estilo meio masculino de encarar a vida.
Eu sofro como menina, mas não demonstro. Me ponho forte como um guri que nunca se feriu pelo amor, pelo menos é essa a idéia atual que as amigas têm de mim.
Também, capaz né, elas nunca me viram chorar por algo que não seja uma nota baixa, uma barata vindo na minha direção ou uma discussão com alguém que pensei ser amigo (a). Elas nunca me viram com cara de coração apertado por não receber o telefonema do namorado que prometeu que ligaria, nunca me viram falar com empolgação do carinha que conheci semana passada por mais de duas semanas.
As vezes, as pessoas pensam que tenho um coração de pedra!
Conversei com o Ricardo esses dias, ele tá tentando me enrolar outra vez só pra ver se estou disponível pra ele. Bom, isso não vem ao caso. O que vem ao caso é que ele disse que tenho ouvido muito funk. Acho que quer dizer que perdi minha concepção de amor e felicidade, ou de príncipe encantado que ele imaginava que eu tinha só porque me declarei pra ele.
Esse ideal realmente não carrego. Um dia no passado, ele foi corrompido e perdi toda minha esperança de encontrar o “amor!”, ou quase.
Não é difícil me entender. Tenho os mesmos sentimentos que qualquer pessoa. Me apaixono, amo e tenho desejos. O Ricardo sabe que eu o amo, só acho que não acredita. O que ele não sabe, é que o fato de eu o amar, não muda minha vida. Eu já me apaixonei por outros caras sem deixar de pensar nele um dia se quer. Outra coisa que ele não sabe, é que não estou disponível pra ele todo o tempo, já que ele não quer, estou saindo com um guri.
Acredito não ter culpa por ser a pessoa que sou, já que sou a mesma de sempre. Sei que às vezes minhas atitudes são impensadas e que falo muita coisa que não deveria, mas também acredito que as pessoas nunca conheceram que sou.
E mais uma vez eu devo admitir que: “Muitos sabem quem eu sou, mas poucos sabem quem sou eu!”
Ah, e o que falar sobre estar disponível ou não? Não estou disponível, só quando me interessa!

Nenhum comentário:
Postar um comentário